sábado, 22 de janeiro de 2011



Se um dia Deus vier à terra haverá silêncio grande.
    O silêncio é tal que nem o pensamento pensa.
    O final foi bastante grandiloquente para a vossa necessidade? Morrendo ela virou ar. Ar enérgico? Não sei. Morreu em um instante. O instante é aquele átimo de tempo em que o pneu do carro correndo em alta velocidade toca no chão e depois não toca mais e depois toca de novo. Etc. etc. etc. No Fundo ela não passara de uma caixinha de música meio desafinada. 
    Eu vos pergunto:
    - Qual é o peso da luz? 
(Clarice Lispector - A Hora da Estrela )

Em quem a gente vai pensar quando a luz se apagar?



Não quero pena, nem piedade. Quero apenas andar pela cidade sem rumo, sem destino. Caminhar como uma criança em busca de respostas e duas perguntas que não querem calar. Que me façam entender o porquê do meu sofrer, não quero ilusões, nem sonhos, fantasias. Busco respostas e não palavras vazias. Quero ouvir apenas a verdade, explicação que justifique o que aconteceu com a gente. Não havia nada que eu não faria se você me pedisse. O sol, eu o traria só pra te fazer sorrir, mas você me pediu algo que eu não poderia fazer, ou mais, impediu a flor do nosso amor florescer. Depois de tudo que vivemos você veio me dizer pra te esquecer, pra não mais te amar e mesmo sem entender aceitar o fim, pra te tirar da mente, pra seguir em frente, prosseguir sozinho. Até hoje sigo sem entender e nem sei se um dia entenderei. A mágoa, muitos menos o ressentimento que apesar do tempo não morreu, me machucam. A minha dor é ouvir o que não mereço, o seu jeito desigual, mas sim saber que depois de sofrer tanto no final, ainda te quero, ainda sonho que você um dia vai voltar. Não quero inventar soluções, nem ser o centro das atenções. Quero apenas andar pela cidade, ver gente sentir o vento e seguir em frente.

Deus, me dái forças para enfrentar tantos problemas.




Amém!

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

risos, risos e mais risos ..


”Já escondi um AMOR com medo de perdê-lo, já perdi um AMOR por escondê-lo. 
Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos. 
Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso. 
Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.
Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.
Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto.
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Já tive crises de riso quando não podia.
Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.
Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.
Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade… Já tive medo do escuro, hoje no escuro “me acho, me agacho, fico ali”.
Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.
Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.
Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava.
Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.
Já chamei pessoas próximas de “amigo” e descobri que não eram… Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE! 
Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos. 
Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer: 
– E daí? EU ADORO VOAR!”
( Clarice Lispector )

Não tenho paredes. só tenho horizontes.

Resolvi guardar meu amor para mim, não por questão de egoísmo, mas de cuidado. Não quero que ninguém o toque, ou o machuque, só isso.

domingo, 16 de janeiro de 2011

“wealth is of the heart and mind, not the pocket.”

Acaba valendo a pena, mesmo as coisas não tendo chegado aonde você queria que chegasse, cada segundo foi único e jamais nenhum outro será igual. nunca se arrependa de nada, por mais que as coisas não tenham saído como planejou, por mais que tenha errado sem saber que estava errando, fosse com si mesmo ou com outros. cada experiência é única, sendo ela boa ou ruim, sempre vai servir pra te dar lições e te ensinar como agir da próxima vez.

Every form of love is really possible!..

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